Quando o toiro é rei.

Quando o toiro é rei! Quer dizer, o toiro é sempre rei da nossa festa mas nem sempre se ‘mostra’ como tal. Os Silvas saíram e mandaram na arena da Moita.
Sónia Matias foi quem abriu a noite. Cumpriu com a ferragem da ordem sem grandes destaques.
Seguiu-se Gilberto Filipe. Uma lide muito aplaudida, recheada de bons momentos: grandes ferros e uma brega de qualidade.
Filipe Gonçalves encurtou distâncias e chegou às bancadas com facilidade. Culminou com um palmito.
Marcos Bastinhas, em substituição de Joaquim Bastinhas, lidou o quarto. Uma lide muito ‘sóbria’ e muito bem conseguida.
Tomás Pinto teve por diante um exemplar que se adiantava e deixou-se tocar duas vezes. Terminou com dois violinos.
Mara Pimenta completava o cartel. Deixou a ferragem com correcção.

As pegas estiveram a cargo dos Amadores da Moita e de Alcochete. Pela Moita pegou Fábio Silva à terceira, Francisco Mirrado à primeira e Pedro Raposo à quinta. Por Alcochete: Pedro Belmonte à primeira, João Machacaz igualmente à primeira e Diogo Timóteo também à primeira.
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