João Moura sobre Joaquim Bastinhas.

Joaquim Bastinhas foi um marco como artista e como pessoa. Como artista pela alegria com que o seu toureio chegava às bancadas, pela relação empática que construiu com o público. Como companheiro, sendo sempre amigo do seu amigo. Guardo dele as mais gratas recordações de um relacionamento de mais de três décadas. Por isso, é para mim um grande orgulho fazer parte do cartel desta corrida em que Joaquim Bastinhas vai ser homenageado. A sua memória merece toda a nossa consideração e o nosso respeito. Não só das pessoas ligadas ao mundo do toiro, como das aficionados e do público em geral, pois Bastinhas foi um ídolo do povo e uma figura pública incontornável.
No meu entender, o cartel tem todos os motivos para resultar numa corrida de grande emoção. Terei o gosto de alternar com o seu filho, Marcos Bastinhas, cujo toureio é profundamente inspirado no do seu pai. Depois temos a estreia em Lisboa, de um grande matador de touros, descendente de duas famosas dinastias de toureios: Cayetano Rivera Ordoñez. Dois grandes grupos de forcados, os Amadores  de Portalegre e os Amadores  da Chamusca e seis toiros de uma das mais prestigiadas ganadarias portuguesas: Varela Crujo.
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